Durante
alguns anos, nos Alvarrões pediam-se
as felhoses. Após
a Missa do Galo e alguns momentos de convívio
junto ao lume, reunia-se um grupo, acompanhado
por um tocador de acordeão (Joaquim
Manuel Pires), e durante toda a noite ia
percorrendo as casas daqueles que o integravam,
comendo, bebendo e entoando canções
natalícias. Antes de irem para a missa,
as mesas já ficavam postas à espera
daqueles que calhassem a acompanhar os donos
das casas, contudo, o principal objectivo
dessa iniciativa era o convívio e
não tanto a comida ou a bebida que
eram oferecidas, pois “ era mais a
pangalhada que a fome”.
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