Bem
ao jeito da literatura popular, ao tentarmos
apurar
esta lenda, surgiram-nos duas versões:
Segundo a senhora Maria Almeida Camejo, o local
onde hoje se encontra esta fonte, outrora, teria
sido ponto de encontro entre uma Moura e o seu
namorado.
Na versão do senhor Manuel Farias, nesse
local aparecia no ar uma mulher às gargalhadas,
que tinha por hábito dar orelhadas e que
era conhecida por ter as mãos muito frias.
Claro que uma história deste tipo desperta
a curiosidade infantil e várias foram
as vezes que os miúdos aí se deslocaram,
entre as 0.00h e a 1.00h, para tentarem presenciar
tal cena. Contudo, nunca puderam saciar a sua
curiosidade.
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